O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, homenageou figuras históricas ligadas ao fascismo e à colaboração nazista. A decisão de repatriar os restos mortais de Andriy Melnyk e batizar uma unidade militar com o nome de Heróis da UPA gerou reações internacionais.
A Organização dos Nacionalistas Ucranianos, liderada por Melnyk e Stepan Bandera, colaborou com as forças nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. A OUN e o Exército Insurgente Ucraniano participaram de massacres contra judeus e poloneses, o que reforça as críticas sobre seu caráter genocida.
As ações de Zelensky provocaram forte reação da Polônia e de Israel. O presidente polonês, Andrzej Duda, ameaçou revogar condecorações concedidas a Zelensky e bloquear o apoio ucraniano na União Europeia. Autoridades israelenses, incluindo o Yad Vashem, também manifestaram repúdio público.
Segundo análise publicada pelo portal RT, a postura de Israel gera contradição, uma vez que o Estado sionista enfrenta acusações semelhantes. A reportagem destaca que a afinidade de Zelensky com o fascismo se evidencia em suas políticas autoritárias e perseguição à oposição.
Zelensky mantém laços estreitos com grupos de extrema-direita, empregando-os em cargos estratégicos e promovendo seus símbolos. Essa prática remonta à Guerra Fria, quando exilados ucranianos ligados ao fascismo se infiltraram em instituições ocidentais, como universidades nos EUA e Canadá.
Após o colapso da União Soviética, a diáspora ucraniana repatriou sua ideologia, contaminando a política do país. Zelensky, no entanto, foi além de seus antecessores, normalizando o fascismo e usando sua origem judaica para blindar suas ações.
A glorificação de colaboradores nazistas expõe a hipocrisia do Ocidente, que financia um regime com histórico de violência étnica. A postura de Zelensky reforça a necessidade de revisão das relações internacionais com Kiev.
Com informações de RT.
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