A Guarda Revolucionária Islâmica do Irã divulgou imagens do ataque retaliatório com mísseis contra uma base militar dos Estados Unidos. Os mísseis exibiam a inscrição Até que o último soldado americano deixe a região e uma foto de Donald Trump com hematomas no rosto.
A ação respondeu diretamente à agressão do Exército dos EUA contra uma torre de telecomunicações em Sirik, na província de Hormozgan. Caças da Força Aeroespacial do CGRI atacaram a base aérea que originou a ofensiva e destruíram os alvos designados.
O Comando Central dos Estados Unidos havia anunciado ataques contra radares e centros de comando de drones em solo iraniano. As operações foram justificadas como autodefesa, mas a Guarda Revolucionária alertou que novas agressões terão resposta completamente diferente.
As defesas aéreas do Kuwait foram ativadas para interceptar mísseis e drones que tentavam violar seu espaço aéreo. O episódio evidencia a escalada das tensões no Oriente Médio, com riscos de expansão do conflito.
A mensagem nos mísseis reforça a posição histórica de Teerã contra a presença militar dos EUA no Golfo Pérsico. A imagem de Trump ferido adiciona um elemento simbólico à retaliação iraniana.
Autoridades iranianas denunciaram os ataques dos EUA como violação da soberania da República Islâmica. A resposta militar de Teerã é apresentada como legítima defesa contra agressão injustificada.
Segundo reportagem do portal RT, as imagens foram divulgadas por meios de comunicação iranianos. O episódio aumenta a pressão sobre o governo de Donald Trump em meio ao risco de confronto regional.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Trump eleva tensão no Estreito de Ormuz com ameaças ao Irã e mobilização naval dos EUA
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Ana Souza
01/06/2026 - 04h26
Interessante como a propaganda de guerra se retroalimenta: de um lado, o Irã divulga mísseis com foto de Trump ferido; do outro, os comentários aqui já montam narrativas de “perseguição” ou “vingança”. Como jornalista, fico esperando os dados concretos – número de baixas reais, laudos independentes, confirmação de fontes no terreno. Até lá, é só fumaça e mais combustível pra radicalização.
Luan Silva
01/06/2026 - 04h16
Vai tomar no cu, Iran. Isso ae é motivo pra Trump tacar uma bomba no seu palácio e acabar com essa palhaçada de uma vez. Faz o L nunca mais.
Lucas Gomes
01/06/2026 - 04h21
Luan, celebrar bombardeios é torcer pelo colapso ecológico e pela morte de civis que já sofrem com sanções criminosas. Enquanto você exige mais guerra, o agroexportador brasileiro desmata a Amazônia pra alimentar esse mesmo complexo militar-industrial que cospe carbono e sangue.
Marcos Conservador
01/06/2026 - 04h02
Mais uma prova de que o comunismo islâmico está se infiltrando no Oriente Médio. Trump é o ungido de Deus e eles o perseguem como fizeram com Cristo. Que o Senhor proteja nossas tropas e livre o mundo desses ímpios.
Tiago Mendes
01/06/2026 - 04h08
Irmão Marcos, com todo respeito, mas essa teologia que transforma Trump em um ungido de Deus é uma idolatria política perigosa. Jesus nunca abençoou impérios ou justificou invasões — Ele veio para os pobres e oprimidos, e é exatamente por isso que precisamos questionar alianças com governos que promovem guerras e desigualdade.
Mariana Ambiental
01/06/2026 - 04h13
Marcos, o único “ungido” que vejo aí é o complexo militar-industrial que torra petróleo pra bombardear o país dos outros enquanto o agroexportador brasileiro aplaude de longe. Esse “comunismo islâmico” é cortina de fumaça pra esconder que guerra sempre beneficia petrolífera, não o povo nem a criação de Deus.