Irã vence a primeira guerra global de memes contra os Estados Unidos
Presidente Donald Trump e líder iraniano Raisi em montagem com memes e postagens de redes sociais. A guerra cultural entre Washington e Teerã revelou um vencedor inesperado, segundo análise do portal
Redação
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Carlos Mendes
01/06/2026 - 00h46
Maria Antonia tem um ponto importante, mas o problema é mais embaixo: enquanto o Estado americano gasta bilhões em soft power burocrático, o Irã entende que meme é comunicação de baixo custo e alto impacto. Se o contribuinte fosse dono do próprio dinheiro, não teria que bancar perda de guerra cultural pra regime teocrático.
João Batista
01/06/2026 - 00h46
Amém, irmão Carlos, mas a questão não é só eficiência de meme versus desperdício estatal — a guerra cultural é sintoma de impérios trocando a justiça por brinquedos. Enquanto um lado gasta bilhões em bombas e o outro em humor cínico, o povo de ambos os lados paga o preço. Como diz Miquéias, converter espadas em arados que ninguém quer converter.
Carlos Menezes
01/06/2026 - 00h44
Essa historinha de “guerra de memes” é sintomática: enquanto os dois lados gastam energia criando image macros e tentando vencer no tribunal da internet, as sanções econômicas continuam apertando o povo iraniano e os contribuintes americanos bancam a festa. No fim, é só mais uma cortina de fumaça digital pra distrair de assuntos que realmente importam.
João Silva
01/06/2026 - 00h38
Lucas Andrade acertou em cheio ao apontar o capitalismo simbólico, mas falta ainda mais camada: a guerra de memes escancara o orientalismo da política externa americana. Enquanto o Ocidente ridiculariza a teocracia iraniana, a indústria cultural banaliza a violência imperial com a mesma lógica. Consciência de classe não se constrói com meme de WhatsApp, mas a hegemonia cultural se desfaz quando o “terceiro mundo” aprende a jogar o jogo da linguagem melhor que o Pentágono.
Maria Antonia
01/06/2026 - 00h30
Guerra de memes? Isso é o que acontece quando a política externa vira entretenimento de internet. Enquanto isso, o contribuinte americano financia um Estado que não sabe separar o essencial do ridículo. Foco no mercado livre, não em briga de meme com regime teocrático.
Lucas Andrade
01/06/2026 - 00h35
Maria Antonia, sua crença numa suposta pureza do mercado livre é tão ingênua quanto achar que meme é só entretenimento — o capitalismo simbólico há muito colonizou o humor, e o Irã apenas jogou melhor o jogo da linguagem que o Pentágono insiste em ignorar.