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Nasa confirma explosão de meteoro que sacudiu residências nos EUA

Ilustração editorial sobre Nasa confirma explosão de meteoro que sacudiu residências nos EUA. Um meteoro cruzou os céus do nordeste dos Estados Unidos e explodiu ao norte da Baía de Cape Cod. O fenômeno foi registrado por câmeras, sacudiu residências e iluminou o firmamento em imagens de satélite. A agência espacial norte-americana (Nasa) confirmou que […]

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Ilustração editorial sobre Nasa confirma explosão de meteoro que sacudiu residências nos EUA. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6)

Um meteoro cruzou os céus do nordeste dos Estados Unidos e explodiu ao norte da Baía de Cape Cod. O fenômeno foi registrado por câmeras, sacudiu residências e iluminou o firmamento em imagens de satélite.

A agência espacial norte-americana (Nasa) confirmou que o meteoro viajava a cerca de 120 mil quilômetros por hora. Ele se fragmentou a 64 quilômetros de altitude, liberando energia equivalente a 300 toneladas de TNT.

Moradores relataram tremores e um barulho intenso, levantando suspeitas de terremoto. O Serviço Geológico dos Estados Unidos descartou essa hipótese e atribuiu o episódio a um estrondo sônico causado pelo bólido.

A Nasa descreveu o evento como uma bola de fogo brilhante acompanhada de ruído intenso. A agência esclareceu que o objeto não estava associado a chuvas de meteoros ou à reentrada de lixo espacial.

A vice-chefe de imprensa da Nasa, Jennifer Dooren, reforçou que se tratava de um objeto natural. O evento ocorreu em plena luz do dia, tornando o avistamento ainda mais impressionante.

Segundo o The Verge, imagens de satélite mostram o instante em que o meteoro iluminou o céu antes de se desintegrar. O fenômeno reforça a necessidade de monitoramento de objetos próximos à Terra.

Eventos como esse demonstram a vulnerabilidade do planeta a impactos cósmicos. A fragmentação ocorreu a grande altitude, sem registro de danos materiais ou feridos.

A Nasa continua monitorando o espaço para aprimorar tecnologias de detecção de ameaças cósmicas. O objetivo é garantir a segurança da população contra possíveis impactos futuros.


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Carlos Meirelles

01/06/2026 - 05h05

Só nos EUA mesmo para ter uma estrutura que registra esses fenômenos com precisão. Aqui no Brasil, enquanto o governo torra nosso dinheiro com ministérios inúteis, a gente nem sabe o que cai do céu. Meteoro não escolhe partido, mas imposto alto escolhe o bolso do trabalhador todos os meses.

    Paulo Ribeiro

    01/06/2026 - 05h11

    Caro Carlos, seu comentário reproduz uma armadilha ideológica clássica do senso comum neoliberal: acreditar que o problema do Brasil é “gasto demais” em vez de “investimento de menos”, e que a eficiência tecnológica americana surge num vácuo político, como fruto de uma suposta superioridade cultural ou de gestão. A NASA que hoje monitora meteoros com precisão cirúrgica nasceu da Guerra Fria, alimentada pelo Complexo Industrial-Militar dos EUA e por um orçamento que consome mais impostos do que qualquer país do mundo – e olha que os americanos pagam imposto de renda federal progressivo, estadual, municipal e sobre vendas. O MIT, a Caltech, os radares planetários não brotaram do chão: foram construídos com dinheiro público, com fundos de pesquisa e com a decisão política de um Estado que, mesmo capitalista, entendeu que ciência não se faz com “enxugamento de gastos”.

    Ora, quando você diz que “imposto alto escolhe o bolso do trabalhador”, está ecoando o discurso daqueles que querem reduzir o Estado à sua função repressiva e abandonar sua dimensão indutora do desenvolvimento. É a mesma lógica que teria chamado a criação do SUS de “desperdício” nos anos 1980 e hoje se beneficia do transplante de rim ou da vacina contra a covid. Nós não temos monitoramento de meteoros não porque o governo “torra dinheiro com ministérios inúteis”, mas porque a elite brasileira sempre preferiu importar tecnologia pronta dos EUA a financiar ciência básica nacional – um padrão de dependência que Mariátegui já denunciava nos anos 1920 como a “colonialidade do saber”. O orçamento do INPE, que já fez monitoramento ambiental de ponta, foi sistematicamente cortado nos últimos anos, não por “inchaço da máquina”, mas por opção política deliberada de desmonte do Estado.

    O verdadeiro escândalo não é pagarmos imposto – é que, com a sexta maior carga tributária do mundo em proporção do PIB, tenhamos o Estado mais ineficiente na devolução de serviços públicos. Isso não é culpa do “tamanho do Estado”, mas da captura desse Estado por interesses privados que sonegam, driblam a tributação progressiva e transformam o orçamento em balcão de negócios. Enquanto a Petrobras, criada com dinheiro público, gerava tecnologia de exploração em águas profundas, era chamada de “estatal ineficiente”. Quando foi entregue ao mercado, passou a importar diesel e a demitir pesquisadores. Você quer monitorar meteoros? Então defenda um fundo público de ciência com financiamento estável, progressividade tributária real (quem ganha mais paga mais) e controle social dos gastos. Mas o discurso do “imposto que rouba o bolso do trabalhador” sempre termina em corte de direitos e em mais desigualdade. Meteoro não escolhe partido, é verdade – mas a capacidade de se antecipar a ele é uma escolha política.

Roberto Lima

01/06/2026 - 04h57

Pois é, mais um fenômeno natural que a NASA confirma. A esquerda vai dizer que é culpa do aquecimento global, mas a verdade é que o universo sempre teve desses eventos. O problema é que aqui no Brasil a gente paga imposto pra caramba e mal tem estrutura pra monitorar essas coisas. Enquanto isso, os comunistas querem aumentar ainda mais o estado. Graças a Deus que os EUA ainda têm ciência de verdade.

    Maria Aparecida

    01/06/2026 - 04h59

    Amém, Roberto, mas a NASA que você exalta é financiada com impostos, e bem que poderíamos ter um SUS fortalecido e ciência pública de verdade se a elite deixasse de sonegar. A Bíblia já diz que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males — e enquanto a gente briga com espantalho comunista, o pobre continua sem proteção nenhuma.


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