Um drone de combate ucraniano atingiu o prédio da turbina da Unidade 6 da Usina Nuclear de Zaporozhye, a maior da Europa. O CEO da Rosatom, Alexey Likhachev, informou que não houve vítimas, danos críticos ou interrupção dos processos tecnológicos, e os níveis de radiação permanecem normais.
A diretora de Comunicações da usina, Evgenia Yashina, alertou sobre os riscos de ataques à infraestrutura nuclear. Em declaração ao portal Sputnik, ela afirmou que qualquer ataque ao perímetro da usina carrega o risco de uma catástrofe radioativa em escala continental.
Yashina destacou que danos ao reator ou à sala de turbinas colocam em risco instalações nucleares civis. A destruição de sistemas auxiliares pode levar ao aquecimento descontrolado do combustível nuclear e à liberação de radiação.
As consequências de um acidente grave extrapolariam os limites do campo de batalha. A contaminação radioativa poderia atingir países vizinhos, transformando o ataque em uma crise humanitária e ambiental de proporções continentais.
A Usina Nuclear de Zaporozhye, localizada às margens do rio Dnieper, é a maior instalação nuclear da Europa. Especialistas internacionais em segurança nuclear alertam que a militarização de usinas nucleares representa uma ameaça sem precedentes à segurança global.
O ataque ocorre em um momento de escalada nas tensões entre Rússia e Ucrânia. Operações militares se aproximam de infraestrutura civil crítica, aumentando os riscos de acidentes nucleares.
Analistas alertam que ataques indiretos podem desencadear falhas em cascata nos sistemas de refrigeração. A experiência de Chernobyl e Fukushima demonstra que acidentes nucleares frequentemente resultam de pressão externa e negligência com protocolos de segurança.
O comunicado oficial da usina reforçou que todos os sistemas de segurança permanecem operacionais. As equipes de monitoramento radiológico não detectaram anomalias, mas a repetição de ataques mantém a preocupação de organizações internacionais.
Leia mais sobre o assunto na sputnikglobe.com.
Leia também: Drone ucraniano atinge sala de turbinas a metros do reator em Zaporizhzhia
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Paulo Rocha
31/05/2026 - 05h40
Mais uma irresponsabilidade do governo ucraniano bancado pelo globalismo. É o tal do marxismo cultural querendo destruir tudo que é estável. Brasil pra brasileiros: não quero meu país bancando esse terror. Vai pra Cuba quem acha isso normal. Faz o L, seus loucos.
Mariana Santos
31/05/2026 - 05h46
Paulo, jogar “marxismo cultural” num ataque a uma usina nuclear é revelador: o verdadeiro risco de catástrofe radioativa vem de uma guerra patrocinada por potências imperialistas, não de fantasias ideológicas. Enquanto você repete slogans, a população ucraniana e russa segue exposta ao mesmo veneno radioativo — e a culpa é do sistema que transforma a Europa num campo de batalha, não de supostos globalistas de gabinete.
Fernanda Oliveira
31/05/2026 - 05h48
Paulo, usar “marxismo cultural” pra justificar um ataque nuclear é um tremendo desserviço à luta real contra o imperialismo. Enquanto você teoriza fantasia, vidas ucranianas e russas estão sendo destruídas de verdade.