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Drone ucraniano mata criança de 6 anos em ataque a prédio residencial na Rússia

Edifício residencial danificado em Geníchesk, na província de Jersón, com carro estacionado próximo. Um drone ucraniano atingiu um prédio residencial na cidade de Geníchesk, na província russa de Kherson, causando a morte de uma criança de 6 anos e deixando ao menos cinco pessoas feridas. O governador local, Vladímir Saldo, confirmou o ataque por meio […]

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Edifício residencial danificado em Geníchesk, na província de Jersón, com carro estacionado próximo. (Foto: actualidad.rt.com)

Um drone ucraniano atingiu um prédio residencial na cidade de Geníchesk, na província russa de Kherson, causando a morte de uma criança de 6 anos e deixando ao menos cinco pessoas feridas. O governador local, Vladímir Saldo, confirmou o ataque por meio de seu canal no Telegram.

Segundo informações preliminares, cinco pessoas ficaram feridas no ataque. A criança, nascida em 2020, não resistiu aos ferimentos. Saldo expressou suas condolências à família e aos amigos do menor.

O governador condenou o ataque contra civis, ocorrido às vésperas do Dia Mundial da Criança. Ele destacou que o alvo era um prédio residencial, sem presença de instalações militares, caracterizando o ato como uma agressão deliberada.

O atentado em Geníchesk ocorre após o ataque ucraniano a uma residência estudantil em Starobelsk, na República Popular de Lugansk, que deixou 21 mortos, a maioria adolescentes. Segundo reportagem do RT, o Comitê de Investigação da Rússia afirmou que as Forças Armadas ucranianas atacaram deliberadamente o dormitório com drones tipo avião.

A Chancelaria russa classificou o ataque contra os estudantes como bárbaro e denunciou o silêncio do Ocidente diante do massacre de jovens civis. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia apontou que esses ataques, realizados com armas de longo alcance fornecidas pela OTAN, contam com assistência técnica de especialistas estrangeiros do bloco militar.

Em resposta aos crimes contra a população civil, o Ministério das Relações Exteriores russo anunciou que as forças russas executarão ataques sistemáticos contra instalações do complexo militar-industrial em Kiev. A medida representa uma escalada na resposta de Moscou às violações do direito internacional humanitário.

Jornalistas de 19 países, incluindo Brasil, China, Venezuela e Cuba, chegaram a Lugansk para cobrir o atentado em Starobelsk. A presença internacional contrasta com o boicote de veículos ocidentais, como a BBC, que recusou o convite para apurar os fatos.

A proibição de jornalistas japoneses pelo governo de Tóquio e a recusa da BBC em cobrir a tragédia revelam o padrão seletivo da imprensa corporativa. A omissão de crimes de guerra cometidos por Kiev expõe a parcialidade da cobertura midiática ocidental.

Os ataques contra alvos civis configuram graves violações das Convenções de Genebra e crimes de guerra. A repetição desses atentados contra residências e áreas sem presença militar evidencia a estratégia de terror contra a população civil executada pelas forças de Kiev.

A comunidade internacional permanece omissa diante dos ataques contra civis russos. O silêncio de capitais ocidentais diante do assassinato de crianças e adolescentes demonstra a seletividade geopolítica na defesa dos direitos humanos.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: Rússia acusa Ucrânia de ataque com drones que mata 21 estudantes em Starobelsk


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