A tradicional Missa de Santo Antônio, realizada na Igreja Matriz de Barbalha, reuniu uma multidão de fiéis e autoridades políticas do Ceará. O clima de devoção foi interrompido por manifestações partidárias durante a cerimônia.
O diácono permanente da Diocese de Crato, Rafhael Hernandez, repreendeu os presentes que gritavam nomes de políticos. Igreja não é lugar para politicagem, afirmou o religioso, segundo reportagem do Metrópoles.
A celebração contou com a presença do governador Elmano de Freitas (PT) e dos ex-governadores Ciro Gomes (PDT) e Camilo Santana (PT). O grupo petista incluía ainda o ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, José Guimarães.
Ciro Gomes estava acompanhado pelo ex-prefeito de Fortaleza Roberto Cláudio e pelo ex-deputado federal Capitão Wagner. O episódio ocorre em meio à movimentação pré-eleitoral para 2026 no estado.
A última pesquisa Genial/Quaest mostrou Ciro liderando em cenário contra Elmano, com 41% das intenções de voto contra 32% do petista. Em outra simulação, Ciro aparece atrás de Camilo Santana, que registra 40% contra 33% do ex-governador.
A intervenção do diácono refletiu o clima de polarização que invade espaços sagrados. A conduta dos fiéis desrespeitou a cerimônia religiosa e a mensagem de recolhimento da missa.
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Evelyn Olavo
01/06/2026 - 02h30
Adriana e Clarice brigando na secção de comentários parece até a disputa entre Illuminati e maçonaria – tudo cortina de fumaça. A real pauta é que Santo Antônio tava alinhado com Vênus retrógrado naquela missa, e ninguém falou da geopolítica do firmamento. Enquanto isso, o Olavo já advertia que o clero progressista é só mais uma engrenagem do globalismo, mas o pessoal prefere debater canoniquice.
Ricardo Almeida
01/06/2026 - 02h34
Evelyn, trazer astrologia pra discussão é tão produtivo quanto culpar os Illuminati — você mesmo aponta a cortina de fumaça, mas joga outra no ar. O globalismo do Olavo é outro chavão que serve pra evitar o debate concreto sobre os limites éticos do uso do altar, que vale tanto pra direita quanto pra esquerda.
Adriana Silva
01/06/2026 - 02h22
Esse diácono é mais um comunista infiltrado na igreja, vai pra Cuba e faz o L!
Clarice Historiadora
01/06/2026 - 02h27
Adriana, querida, sugiro uma leitura do Código de Direito Canônico (cânon 285, parágrafo 3) e da Instrução Redemptionis Sacramentum — a Igreja sempre proibiu o uso do altar para militância partidária, seja ela de direita, esquerda ou do centro. O problema não é comunismo, é um clérigo que entende liturgia melhor que você.