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Análise de DNA prende mulher de 79 anos por assassinato brutal do padrasto em 1975 no Arizona

Mulher de 79 anos é fotografada em cela após ser presa no Arizona, conforme investigação de assassinato ocorrido em 1975. (Foto: fox10phoenix.com) O Departamento do Xerife do Condado de Pima, no Arizona, confirmou a prisão de Carol Ann Beall, de 79 anos, acusada de matar o padrasto em outubro de 1975, segundo a FOX 10 […]

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Mulher de 79 anos é fotografada em cela após ser presa no Arizona, conforme investigação de assassinato ocorrido em 1975. (Foto: fox10phoenix.com)

O Departamento do Xerife do Condado de Pima, no Arizona, confirmou a prisão de Carol Ann Beall, de 79 anos, acusada de matar o padrasto em outubro de 1975, segundo a FOX 10 Phoenix. A detenção, ocorrida após mais de cinco décadas de silêncio, reacende um dos casos mais enigmáticos da história criminal de Tucson.

A mulher foi indiciada por um grande júri do Condado de Pima e agora enfrenta acusações formais de homicídio pela morte de William Sipfle. Na época do crime, Sipfle tinha 73 anos e seus restos mortais foram encontrados mutilados em um aterro sanitário próximo à Interestadual 10 e à Houghton Road.

A falta de tecnologia da época impediu a identificação imediata da vítima, deixando o caso congelado por gerações. A virada crucial veio em 2025, quando investigadores firmaram parceria com uma empresa de genealogia forense.

Exames modernos de DNA produziram uma correspondência positiva, finalmente batizando os restos mortais como os de Sipfle. A partir dessa identificação, o cerco começou a se fechar sobre a enteada, então com 28 anos na data do crime.

Embora a prisão tenha sido efetuada após a acusação formal, as autoridades não revelaram publicamente as provas específicas que ligam Beall ao assassinato. O mistério sobre como a septuagenária teria executado o padrasto ainda paira, alimentando a curiosidade sobre o inquérito.

A família de Sipfle, em comunicado à imprensa, expressou uma mistura de alívio e assombro com o desfecho inesperado do mistério de meio século. Parentes afirmaram que finalmente encontram algum ‘fechamento emocional’, embora ainda processem as circunstâncias brutais da morte do ente querido.

O caso de Tucson ecoa uma tendência crescente em que a genealogia genética investigativa ressuscita crimes antigos, desafiando assassinos que acreditavam ter escapado impunes. Para a tecnologia do DNA, o tempo não é aliado do esquecimento, mas sim um coveiro da impunidade.


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